AD LITERAM - Vicious Oliveira

April 25, 2007

Don’t trample on me (Carlos)

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Epa epaaaa…

    Estou percebendo que eu mesmo não faço algumas coisas que aconselho os outros a fazer, isso é bastante ruim! Aquela dor lancinante que acomete as pessoas quando elas acham que são culpadas e de repente se dão conta de que não tem culpa. Ninguém é perfeito, longe disso, o mundo até seria bem chato se fôssemos, ou se pelo menos alguém fosse… Mas, não sou culpado, nem você que está lendo, não somos culpados por várias vezes, mas também não se exima disso. :P

    Como eu já disse antes, é preciso avaliar cada situação, você pode ser culpado…Sim. Mas pode não ser. Na maioria das vezes as pessoas acham que tomar a culpa pra si é um ato sublime, diria até que acham que é…Romântico :P

    Véi, seguinte; cada um tem sua culpa, seja o que for, sempre buscamos algo para nos abster do suplício que é conviver com a culpa. Eu realmente acredito que quase tudo é possível. Agora não acredito que possamos suprir todas as nossas necessidades emocionais, sociais e (sim…) físicas sozinhos… Você não pode evoluir assim, talvez apenas sobreviver, e ainda assim, talvez.

    Então estamos atrás de redenção? Dignidade? Verdade? Bah…para com isso :P Só estamos tentando achar alguém… Nós.

And life goes on =)

April 11, 2007

Lacking Guts (Carlos)

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          Que complicado, puta merda :P  Quando vem algo um tanto quanto ruim, pensamos que o problema pode ser conosco, ou então pensamos que o problema pode ser com a outra pessoa envolvida também, até pensamos que o problema pode ser culpa de um terceiro que está comendo rosquinhas e nada tem a ver com a história.

          O problema na maioria das vezes é dos dois lados (ou três, quem sabe o cara das rosquinhas não é mesmo culpado?), ou de ninguém mesmo, sim, oito ou oitenta, vamos lá pessoal, acontece de não termos tempo para dar toda a atenção que aquela pessoa merece por que estamos preparando algo inadiável, acontece da pessoa não entender e se sentir excluída, maltratada e magoada, consequentemente, descontando em você, acontece de você querer conversar com uma terceira pessoa, contar o que está acontecendo, porque sabe que vai conseguir um ombro amigo, acontece desta terceira pessoa te chutar ferozmente, pois ela não está num bom dia, ela não queria ouvir, queria ser ouvida, ou até mesmo, ficar sozinha. Sem falar, sem ouvir.

          Tá… Me fala ae então, alguém tem culpa nessa teia de acontecimentos? Ou então, alguém é inocente nisso tudo? De novo, essas coisas me levam a pensar em milhares de outras: pseudo alto-suficiência do ser humano, o devaneio de pensar que é muito mais forte do que realmente é, a falta de coragem de simplesmente chegar e falar o que está rolando de verdade.

          O foda é pensar, olhar pra trás, ver o motivo pelo qual nos emputecemos com fulano e se dar conta: "cacete, já fiz isso algumas outras vezes".

          E ainda assim, achar que aquele caso é "diferente", sendo que, praticamente, só mudam as pessoas…

          Ta…hoje post meio non-sense.






















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