AD LITERAM - Vicious Oliveira

February 15, 2008

Double-Edged Halo Damnation

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          Felipe Fernandes Morais Costa já falou sobre isso, agora faz mais sentido do que nunca, sabe… Estou começando a me convencer disso, com alguns toques meus, vejam só:

          Amor, doce amor! Que penetra nossos sonhos, corre com o sangue nas veias por cada centímetro do corpo, éééé, amor! Por que sempre que falamos de amor, o primeiro que vem a nossas cabeças é o conjugal? (Que trataremos como "amor sensual" (By Olivia).

          Amor fraternal, amor na amizade etc. Eu acredito nesses, mas, o amor sensual me deixa com uma powerful big pulga atrás da orelha, vamos por partes: Ninguém supre outra pessoa TOTALMENTE, repito, NINGUÉM! Não me iludo mais com isso, temos as pessoas certas para muitas coisas, aquela com quem é mais gostoso brincar debaixo do bloco, aquela com quem é mais gostoso conversar besteira, aquela com quem é mais gostoso falar sério, aquela com quem é mais gostoso dar cambalhota no asfalto e aquela com quem é mais gostoso suprir-se fisicamente. Opa, tabu isso, não? Me torna um putão? Ah, quem me conhece sabe que não. =) E eu também sei, então pra mim está ótimo.

          Agora, o que acontece? Bem, sabe aquela pessoa, onde no campo de afinidades são marcadas a maioria das opções? Incluindo a opção da satisfação física? BOOMMM, vamos namorar! Momento fantasia, tudo é comercial de margarina! Os erros bobinhos são lindos. "Haha, ele faz isso sim mas, é fofo, vai?". Depois o segundo estágio: Momento de conscientização parcial, você se dá conta que as coisas não são tão perfeitas, os errinhos, ainda são toleráveis, mas só. "Ah, bem, ele ainda faz isso, mas com o tempo passa". Então vem a fase importante do namoro, a parte REAL! Quando vem o balanço, porque o que vem antes é só o estágio probatório, esse balanço final traz consigo a resposta. Se a relação vai continuar ou não! Se o saldo final de afinidades, ainda produz uma média razoavelmente alta.

          Me desculpem os amantes latinos, mas não consigo imaginar sexo como amor… O suprir da necessidade física em sua instância máxima… como amor… Não! Você pode amar a pessoa com quem você está fazendo isso, mas chamar de amor… Ah, desculpem, mas soa muito conto de fadas. Talvez eu esteja em uma fase dura, só isso…

          É uma apoteose acerca desse amor sensual, uma deificação, algo tão exagerado que me faz pensar, se as pessoas que começaram um namoro há duas semanas e já trocam juras eternas de amor tem noção da bunda mal limpa que estam falando. O que acho é que temos que tentar ser racionais, trabalhar com razão e coração concatenados, na verdade.

          Não venham os "anti-amor" dizerem que compartilham de minha opinião, pois acredito no amor. O que me intriga é o amor conjugal… O amor sensual. :P Amor, ó amor… Perdição endeusada e muito, mas MUITO subjetiva…

February 12, 2008

Bitterly Nestled

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          Talvez seja o costume; as coisas seriam aparentemente mais fáceis se simplesmente acatassem o que dizemos. E quando se torna algo corriqueiro? Quando você sabe que está privando alguém de certas coisas, que está infligindo dano moral, mental e emocional mas, mesmo assim retém seus sentimentos mesmo quando eles estão ali, gritando EM você?!

          Autoflagelação! Talvez seja isso, agora, a custo de quê? Lutando contra um curso que deveria ser natural, indo contra a corrente e mudando seu percurso de tempos em tempos. Normal, não? A premissa da vida é a mudança constante até o desfecho, que seria achar algo que lhe coubesse… Mas um pouco de tato se faz necessário quando as coisas não giram em torno de nós, apenas de nós, mas também de outros indivíduos. Nada de pensamento "punk-anarquista": "ahahaha, faço o que quero e foda-se", isso não funciona mais, hahaha, na verdade é totalmente diferente, é organização em demasia… Como? Bem, as coisas tem um caminho, e lá estão eles, para serem percorridos, temos pedras no caminho, aliás, pedras, pedregulhos, muros, muretas, armadilhas de urso, escopetas, facas, canivetes, tentações, caminhões, bagulhões e campeões (tá… a última foi pra rimar mesmo :P ), deixe essas coisas seguirem o curso delas, sabe, aquele negócio de confiar na intuição?

          Eu acredito que as pessoas tem índole boa, pelo menos em sua maioria, e pessoas que machucam outras, não o fazem por maldade, mas machucam. E tenho certeza que sabem que machucam, assim como tenho certeza que querem o bem da pessoa, mas não sabem como demonstrar, são pessoas maravilhosas, que machucam, infelizmente e aparentemente, por já estarem acostumadas, talvez seja o costume… De algo que não deveria ser costumeiro.






















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