Double-Edged Halo Damnation
Felipe Fernandes Morais Costa já falou sobre isso, agora faz mais sentido do que nunca, sabe… Estou começando a me convencer disso, com alguns toques meus, vejam só:
Amor, doce amor! Que penetra nossos sonhos, corre com o sangue nas veias por cada centímetro do corpo, éééé, amor! Por que sempre que falamos de amor, o primeiro que vem a nossas cabeças é o conjugal? (Que trataremos como "amor sensual" (By Olivia).
Amor fraternal, amor na amizade etc. Eu acredito nesses, mas, o amor sensual me deixa com uma powerful big pulga atrás da orelha, vamos por partes: Ninguém supre outra pessoa TOTALMENTE, repito, NINGUÉM! Não me iludo mais com isso, temos as pessoas certas para muitas coisas, aquela com quem é mais gostoso brincar debaixo do bloco, aquela com quem é mais gostoso conversar besteira, aquela com quem é mais gostoso falar sério, aquela com quem é mais gostoso dar cambalhota no asfalto e aquela com quem é mais gostoso suprir-se fisicamente. Opa, tabu isso, não? Me torna um putão? Ah, quem me conhece sabe que não. =) E eu também sei, então pra mim está ótimo.
Agora, o que acontece? Bem, sabe aquela pessoa, onde no campo de afinidades são marcadas a maioria das opções? Incluindo a opção da satisfação física? BOOMMM, vamos namorar! Momento fantasia, tudo é comercial de margarina! Os erros bobinhos são lindos. "Haha, ele faz isso sim mas, é fofo, vai?". Depois o segundo estágio: Momento de conscientização parcial, você se dá conta que as coisas não são tão perfeitas, os errinhos, ainda são toleráveis, mas só. "Ah, bem, ele ainda faz isso, mas com o tempo passa". Então vem a fase importante do namoro, a parte REAL! Quando vem o balanço, porque o que vem antes é só o estágio probatório, esse balanço final traz consigo a resposta. Se a relação vai continuar ou não! Se o saldo final de afinidades, ainda produz uma média razoavelmente alta.
Me desculpem os amantes latinos, mas não consigo imaginar sexo como amor… O suprir da necessidade física em sua instância máxima… como amor… Não! Você pode amar a pessoa com quem você está fazendo isso, mas chamar de amor… Ah, desculpem, mas soa muito conto de fadas. Talvez eu esteja em uma fase dura, só isso…
É uma apoteose acerca desse amor sensual, uma deificação, algo tão exagerado que me faz pensar, se as pessoas que começaram um namoro há duas semanas e já trocam juras eternas de amor tem noção da bunda mal limpa que estam falando. O que acho é que temos que tentar ser racionais, trabalhar com razão e coração concatenados, na verdade.
Não venham os "anti-amor" dizerem que compartilham de minha opinião, pois acredito no amor. O que me intriga é o amor conjugal… O amor sensual.
Amor, ó amor… Perdição endeusada e muito, mas MUITO subjetiva…
