AD LITERAM - Vicious Oliveira

September 30, 2009

Soul Windowpane

Filed under: Fatos

          Estou aqui, na biblioteca da UnB. É tão legal entrar, mas, estou começando meus estudos acadêmicos e já receio o que farei do meu futuro. E achava que após passar as dúvidas cessariam, hahahaha.

          Eu não acho tão ruim, sabe? Eu não sou muito fã de caminhadas. Mas aqui é diferente, eu também não sou ligado em energia e outros afins positivistas, só que sinto isso na UnB. Me sinto muito bem andando por aqui, quando chove, quando faz sol ou qualquer outro tempo. É um lugar carregado, não há como negar. Hoje encontrei um amigo jogando bola na quadra em frente à faculdade de artes cênicas, a quadra onde enfileiraram estudantes na época da ditadura. Depois fui até a reitoria, aquela que foi invadida há um tempo atrás. São placas, árvores, paredes e os mais diversos objetos que estiveram e estão ali antes, durante e estarão após todo o passar dos acontecimentos. Mas como eu sou um ser questionador, me vem a pergunta: Eu uso isso tudo como uma válvula de escape?

          Ora, como assim? Digo, há coisas que acontecem em nossas vidas com as quais não conseguimos lidar corretamente, o que fazer? Resolvê-las… Claro. Mas falar é fácil… Tem outro ponto! E quando a solução não depende só de você e a outra parte não parece muito empenhada em querer ajudar com tudo? As vezes não é nem culpa da outra parte, as vezes pode ser… Ou talvez seja sua também… Quem sabe é de ninguém?

          Ontem eu saí com meus amigos, foi muito divertido! Vocês já pararam para olhar pessoas? Analisar comportamentos? Só sentar e observar? Eu me sinto absorto em devaneios quando tento fazê-lo. É… Bem, olha?! Em algum certo ponto a conversa chegou no seguinte assunto: "Como as pessoas são diferentes." Na minha cabeça babaca, veio o pensamento contestador (que as vezes parece só um espírito de porco que teima, e as vezes me deixa bem pensativo), então, o seguinte pensamento: "Diferentes? Mas… São todos iguais, não?" AHÁÁÁÁ! Carlos bobão! Ai está, qual a certeza que temos? Que nada sabemos? Ahh… Não. Sabemos um pouco de alguma coisa, o bastante para podermos conversar sobre ela pelo menos (podemos estar enrolando, mas enfim…) Ah, então o que é? Penso EU, grifo e repito, EEEEEEEEUUUUUUUUUUU!!!! Penso que podemos achar argumentos plausíveis para todos os lados que quisermos, posso achar argumentos para dizer que as pessoas são iguais, ou que são diferentes. Que precisamos de cotas raciais, ou que não precisamos. Que é melhor eu ir no banco da frente do carro pois sou gordo, ou que tanto faz. Hum… E as verdades absolutas? Ahh, dá licença… Esse assunto já se estendeu demais (Não me xinguem, a grafia está certa! Extensão é com X. Estender é com S. Não existe "ESTENSÃO" nem ""EXTENDER")

          Afinal, pessoas são iguais ou diferentes? Não são todas feitas de carne e osso? Sim, mas com particularidades. Não são todas dotadas de sentimentos? Sim, mas com particularidades. Todas podem pensar e achar soluções para problemas? Sim, mas com particularidades. Não são todas dotadas de livre arbítrio? … Todas pensam igual? … Então, todos são um? … Ah… Eu… Estou confuso. :) Você também deveria estar, não é?

 

September 22, 2009

Crawling Into The Unknown

          Eu sei que este é o post mais mongol que eu já fiz! Estou no laboratório de informática :O. É proibido para alunos que não sao dos departamentos de informática aqui na UnB! HUHUHUHU! Tchau.






















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